sábado, 3 de setembro de 2011
Hugh - Animação
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Chocolate Que Emagrece !

fonte: www.suadieta.com.br
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
Ortopedia em Animação
Espetacular animação da Ghost Producions, especialista no segmento de animação médica. Este vídeo foi feito sob encomenda em 2009, para a American Association of Orthopedic Surgeons de Las Vegas.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
A Marca
Quando eu era criança, bem novinha, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém. Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era “Uma informação, por favor” e não havia nada que ela não soubesse. “Uma informação, por favor” poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.
Minha primeira experiência pessoal com esse gênio na garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia. Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido até que pensei: o telefone!
Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente à cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse: “Uma informação, por favor”. Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido, “informações”!
- Eu machuquei meu dedo, disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência. “A sua mãe está em casa?”, ela perguntou.
- Não tem ninguém aqui, eu soluçava…
- “Está sangrando?”
- Não, respondi. Eu machuquei o dedo com um martelo, mas tá doendo.
- “Você consegue abrir o congelador?”, ela perguntou…
Eu respondi que sim
- ”Então pegue um cubo de gelo e passe no dedo”, disse a voz.
Depois daquele dia, eu ligava para “uma informação, por favor” por qualquer motivo. Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Filadélfia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas.
Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para “Uma informação, por favor” e contei o ocorrido. Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável. Eu perguntava: por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente, para no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola? Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente: Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também… De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.
No outro dia, lá estava eu de novo. “Informações, por favor”, disse a voz tão familiar. Você sabe como se escreve ‘exceção’?
Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacífico.
Quando eu tinha nove anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muito a falta da minha amiga. “Informação, por favor” pertencia aquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.
Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Frequentemente, em momentos de duvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo. Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho.
Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois voos. Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por quinze minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi - “Uma informação, por favor”.
Como um milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo: “informações”. Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: “Você sabe como se escreve ‘exceção’?”.
Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: “Eu acho que seu dedo já melhorou, Paul”. Eu ri. “Então, é você mesma!” eu disse. Você não imagina como era importante para mim naquele tempo”. “Eu imagino”, ela disse. “E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse.”
Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.
- “É claro! Ela respondeu. Venha até aqui e chame a Sally.”
Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente atendeu: “informações”. Eu pedi para chamar a Sally.
- Você é amigo dela?, a voz perguntou.
- Sou um velho amigo. O meu nome é Paul.
- Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas.
Antes que pudesse desligar, a voz perguntou: “Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?”
- Sim.
- A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler para você.
A mensagem dizia: “Diga à ele que ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender.”
Eu agradeci e desliguei. Eu entendi…
Nunca subestime “a marca” que você deixa nas pessoas !
Quando recebi esta mensagem, procurei a autoria mas não encontrei, é uma pena para que pudéssemos conhecer os personagens dessa linda estória.
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segunda-feira, 13 de junho de 2011
Os Domingos Precisam de Feriados
Recentemente postamos aqui, um texto do jornalista da Globo, Marcelo Canellas intitulado “Onde Foi Parar o Tempo Que Ganhamos?” , fiquei muito grato em saber que alguém já tinha “dado” a resposta, e que, ela já estava embutida em cada um de nós.
Este é um texto de pura reflexão para você que acredita que o tempo não é mais o mesmo de anos atrás, que a vida está se desfigurando numa velocidade alarmante…
Você acorda mais cansado do que se deitou, as pessoas parecem estar vivendo uma espécie de transe coletivo e você percebe nitidamente que os dias , os meses e os anos estão se passando sem que estejam sendo vividos…
Vamos usar o exemplo do “Shabat“ na tradição judaica que começa toda sexta-feira à noite. Shabat: O conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da criação.
Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo que é vivo. Para o mundo no qual funcionar 24 horas por dia não é o suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por folga , onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo , descansar se torna uma necessidade do planeta.
Hoje tempo de “pausa” é preenchido por diversão e alienação. Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações para não nos ocuparmos. A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a incapacidade de parar é uma forma de depressão.
O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições. Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia. Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é bom nem ruim. Dia pronto pra ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo.
Entramos neste milênio em um mundo que é um grande shopping. A internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme. As bolsas do Ocidente e Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou o tempo linear que só pode parar no fim. Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que confunde com o presente.
As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado…
Nossos namorados querem “ficar” trocando o “ser” pelo “estar”.Saímos da escravidão do Século XIX para o leasing do Século XXI…
Um dia seremos nossos? Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos…
Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma interrupção. O dia de não trabalhar não é dia de se distrair, literalmente, ficar desatento; é um dia de atenção, de ser atencioso consigo mesmo e com sua vida. A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é: “o que vamos fazer hoje?” – já marcada pela ansiedade. E sonhamos com a longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de domingo.
Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. Este é o grande “radical livre” que envelhece nossa alegria, o sonho de fazer do tempo uma mercadoria. Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é o que dá sentido à caminhada.
A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando terminou e quando algo vai começar. Afinal por que o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído.
Rabino Nilton Bonder
Nasceu em Porto Alegre no dia 27/12/1957, rabino, escritor e Rosh da Congregação Judaica do Brasil, no Rio de Janeiro. Autor de livros reconhecidos em todo o mundo sobre diversos temas vistos sob uma ótica judaica, recebeu o prêmio Jabuti 2000 na Categoria Religião, realiza trabalhos de consultoria, dirige o Centro de Cultura Midrash no Rio de Janeiro. Seu livro “A Alma Imortal” foi adaptado para o teatro com grande sucesso e foi considerado o melhor espetáculo em São Paulo em 2008, pela revista Veja.
Fonte: Wikipédia
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Feliz Dia Dos Namorados
Material da Heinenken para América Central e Caribe, produzido em Porto Rico, ganhou prêmios pelo mundo. Muito legal não acham?
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sábado, 14 de maio de 2011
Código de Ética dos Índios Norte-Americanos
Levante-se com o sol para orar. Ore sozinho. Ore com frequência. O Grande Espirito o escutará, se você ao menos, falar!
Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho. A ignorância, o convencimento, a raiva , o ciúme e a avareza originam-se de uma alma perdida. Ore para eles reencontrarem o caminho do Grande Espírito.
Procure conhecer-se, por si mesmo. Não permita que os outros façam seu caminho por você. É sua estrada, somente sua!
Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você. Trate os convidados ao seu lar com muita consideração. Sirva-os com o melhor alimento, a melhor cama e trate-os com respeito e honra.
Não tome o que não é seu. Seja de uma pessoa, da comunidade, da natureza ou cultura. Se não lhe foi dado, não é seu!
Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra. Sejam elas, pessoas, plantas ou animais. Respeite os pensamentos, desejos e palavras das pessoas. Nunca interrompa os outros nem os ridicularize, nem rudemente os imite. Permita a cada pessoa o direito da expressão pessoal.
Nunca fale dos outros de maneira má. A energia negativa que você colocar pra fora no universo, voltará multiplicada para você!
Todas as pessoas cometem erros, e todos os erros podem ser perdoados.
Pensamentos maus causam doenças da mente, do corpo e do espírito. Pratique o otimismo!
A natureza não para nós, ela é uma parte de nós. Toda natureza faz parte da nossa família terrenal. As crianças são a semente do nosso futuro, plante amor em seus corações e regue com sabedoria e lições de vida. Quando lhe forem crescidos, dê-lhes espaço para que continuem crescendo.
Evite machucar os corações das pessoas, o veneno da dor causada aos outros, retornará a ti. Seja sincero e verdadeiro em todas as situações. A honestidade é o grande teste para nossa herança no universo.
Mantenhas-e equilibrado, seu Corpo Espiritual, seu Corpo Mental, seu Corpo Emocional e seu Corpo Físico, todos necessitam ser fortes, Puros e saudáveis. Trabalhe seu Corpo Físico para fortalecer seu Corpo Mental, enriqueça seu Corpo Espiritual para curar seu Corpo Emocional.
Tome decisões conscientes de como você será e como reagirá. Seja responsável por suas próprias ações.
Respeite a privacidade e o espaço pessoal dos outros, não toque as propriedades pessoais especialmente objetos religiosos e sagrados, isto é proibido.
Comece sendo verdadeiro consigo mesmo, se você não puder nutrir e ajudar a si mesmo, não poderá ajudar ninguém. Respeite outras crenças religiosas, não force sua crença sobre os outros.
Compartilhe sua boa fortuna com os outros. Participe com caridade.
E nós os julgamos de povo sem civilidade…
Participam deste Conselho, as tribos, Cherokee Blackfoot, Cherokee, Lumbee Tribe, Comanche, Mohawke, Willow Cree, Plains Cree, Tuscarora, Sicangu Lakota Sioux, Crow e Northern Cheyenne.
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